Minha família é o abraço mais protetor que eu já dei.
Os olhares surpresos com minha volta antecipada, e as perguntas curiosas pra saber o motivo antes acalantam do que incomodam.
Conto, conto tudo.
Assumo que a distância atrapalhou, que o amor acabou, que a sogra irritou.
Conto do tédio, das saudades, da saúde.
Conto quase tudo.
Vovó desconfia:
-Você arranjou alguém por aqui?
- Não, vozinha, não arranjei.
Não menti. Alívio pela pergunta não ter sido outra.
E sorrisos dos primos ao me verem com a cabeça erguida, sorrindo, exuberante. Tinha saudades de sorrir desse jeito. Meu sorriso de verão, brasileiro...
- Voltou a ser solteira! Que beleza! Agora é só folia. Carnaval taí...
- Carnaval é feriado. Quero descansar. Quero curtir as amigas, a praia, o mar.
Vovó admite:
- Eu sentia que você não estava bem, filhinha. Quando você foi eu fiquei com uma dor no coração! Saudades a gente sempre sente. Mas quando você foi pra Alemanha foi diferente. Você foi com outro astral. Dessa vez você estava tão tristonha.
- É que eu sabia que tinha acabado, vó.
- Pois quer saber, foi melhor assim. Trate de arranjar um por aqui pra ficar perto da gente. Dói tanto o coração quando você viaja. Já pensou, você ir embora?
(Vó apegada...)
- E se eu arranjar um chinês?
- Deus nos livre!
Mamãe cochicha com a tia.
"ela tá bem sim... Não aguentou a sogra"
Não foi a sogra, mamãe!! A sogra até me serviu pra eu ficar 3 horas todos os dias na academia, e no fim, como gatilho pra eu pensar em voltar.
- Você tá triste?
- Eu tô bem. Foi meu primeiro rompimento, não sei se eu devia estar me sentindo pior. Não sei como essas coisas funcionam.
- Mas você chora muito?
- Não mais.
"Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranqüilo."
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Numa tarde como outra qualquer em que se pode sorrir, numa praia propícia, a brisa veio.
Não anunciara sua chegada, e veio obviamente em momento impróprio.
mas quem não gostaria de aparecer naquele fim de tarde ensolarada e fresca, freqüentada por cerveja e bons bebedores, que ao copo tornam?
Lá se encontraram.
A brisa, á espera, quietinha, pairando sobre o mar. E ela mas mulher que eu, menina-moça.
De menina há algum vestígio de inocência e certa pureza dominada pelo pudor, que brilham no sorriso solto. De moça, o caminhar, vivência em campos distantes e com pessoas improváveis, além do gosto pelas letras, fonte imensa de prazer.
Também é de moça o andar: brasileiro, despreocupado.
Menina ou moça, queria ser livre.
Da boca, além de beijos eventuais e elogios inesperados, saem palavras. Os lábios odeiam marasmo. Muitas palavras. Palavras, sempre que conscientes, propositais, traços da moça.
O mar lá estava. Claro, o mar!
Sol e cerveja na cabeça, boa companhia e o mar em sua imensidão, aguardando a manifestação da brisa e a chegada das ondas.
Só queria ser ela. Sem amarra, sem limite, sem pudor.
Sem pudor, sim, senhor!
Mae era fim de tarde, e ela era limitada.
Não pelo tempo previsto, que tão vulnerável foi à sua ação. Pelo lugar?
Talvez...talvez...
O inferno são os outros.
Os belos olhos serenos a faziam companhia. Não confundo! Se a metonímia assusta, entenda como elogio, e se encabular, direcione-o a quem fez teus olhos. Não confunda!
Pois me exponho. Caso haja alguma dúvida, não hesito em assumir que me faz bem dar carinho. Não são as palavras carinhos? Se as não recebem como afago, as minhas são vãs.
Elogios, beijos, cafunés, palavras... São carícias minhas.
Risinhos, afagos, amigos, gostoso...
A tarde vai caindo e procuraram a brisa. E a danada veio fácil, fácil.
E veio uma onda. Chuá na cabeça, saio de mim.
Mais ou menos. Fico num mim com desejo de não sê-lo. Um mim mais ela.
Daí veio ondinha na beira do mar. Cabeça alheia, vento no rosto, sorriso fácil.
E veio onda grande, arrepio na veia. Fecho os olhos, sinto o vento e suspiro...
E surge onda maior, atrás de outra onda. E vêm crescendo, crescendo, juntando, apertando.
A brisa esquenta. Esquenta e arde. Não quero alarde, mas a onda me leva. É redemoinho quente na barriga.
Onda após onda após outra após...
Rio nas nuvens do entardecer
Gosto da cor da brisa do mar
Arrasta meu corpo pra si
Sou leve, me leve! Eu vou...
Mexendo meu sul, apago o norte
Ondas se formam em mim...
Foi um grito de liberdade. Saí de mim, saí de tudo!
Sem amarra, sem pudor, sem noção - eu sei.
Mas shhhh... Peraí... A brisa não passou
Traz mais onda! Não quero parar
Eu quero só isso, continuar assim
Sentindo o grito da liberdade explodir em mim
Antes que a brisa passe, deixa eu sentir
Outra onda.
Elas se foram e ficou meu corpo saciado, estirado na areia.
Foi bom pra mim. A melhor.
ela, inesperada, assustadora, selvagem, até, foi-se com a brisa.
Mas a onda imensa que com ela veio deixou em mim o que eu procurava sem saber.
Tenho agora a marca da liberdade plena, além da vergonha por conta do despudor explícito e indomável- perdão.
Ela se foi e com ela parte da libido. parte ainda fica em mim como resquício da onda e da brisa que me fizeram mulher.
Maio de 2008
Worried eyes- Eagle eyed cherry
I've tried so hard to remember
what it is that I forgot
But I can, but I can believe.....will you now
I've tried, I've triedI've tried
Cried and kissed goodbye
To something that we both know
Boy you blow my mind
I don't know how
I'm going to
Show you what I feel for you
All I know All I know is I...
Want to be with you
Have you ever tried to be
Have you ever tried to see
Something but you don't really know what it is
Lord but we got to try
CHORUS:
I look at you
I hear your voice
I try to remember.....
I try to remember
So don't you look at me with worried eyes
'Cause you know we got to try girl
what it is that I forgot
But I can, but I can believe.....will you now
I've tried, I've triedI've tried
Cried and kissed goodbye
To something that we both know
Boy you blow my mind
I don't know how
I'm going to
Show you what I feel for you
All I know All I know is I...
Want to be with you
Have you ever tried to be
Have you ever tried to see
Something but you don't really know what it is
Lord but we got to try
CHORUS:
I look at you
I hear your voice
I try to remember.....
I try to remember
So don't you look at me with worried eyes
'Cause you know we got to try girl
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Sem pressa
Preciso de horas inúmeras pra realizar todas as imagens que se impuseram na minha mente durante essa semana.
Minhas mãos anseiam pelo corpo teu, ao que possam ser submissas e servir com toques suaves uma massagem muito, muito pensada. Algumas vezes já testadas -a qualquer fechar de olhos-, mas ainda não materialmente realizada.
A massagem é o começo. Começo longo e sem pressa, que prelude a intensidade que está por vir.
Meia luz, odores mornos, som de embalo, toque devoto e um suave gosto estimulante.
Depois do corpo envolto por um calor delicadamente sugerido, o beijo. Aquele mesmo beijo diferente do de antes. Concluo que os sonhos têm poder de aperfeiçoamento, pois de tanto desejar teu corpo nesse intervalo, ele ficou assim, tão você: Homem.
O beijo! Que beijo! A língua é a mesma. Os lábios continuam deliciosamente vermelhos, como sempre foram: Molhados, irresistíveis. Foram sempre. Mas o beijo não era antes assim. Fora beijinho. Beijão-beijinho. Nele só troca de saliva e movimento desnorteado de línguas. Por certo deu-se o que se deu, mesmo com eles. Se não os houvesse, também se daria. Mas com estes...(!) Dar-se-há infinitamente mais?
Teu beijo tem uma violência delicada. Um massagear dos lábios que convidam o corpo todo a participar de um encontro de toques e gostos. O prazer não se esgota com o cessar dos movimentos das línguas, mas aumenta, e molha, e pede, e suplica que não pare. E quer mais. Queromais! O tal gostinho já se dá.
Escrevo pra não ligar. Pra não ir atrás, pra não me precipitar. Se não fosses tão capricorniano, já estariam estas imagens no abrigo do meu quarto. Continuo a escrever, você não vem.
Continuo escrevendo as imagens que foram se formando fortemente depois do "até mais". Já não durmo sem orvalho no sul. As mãos no meu prazer, a cabeça no teu. Tens a força de causar o desejo indomável que não me permite negar que continuo pensando e desejando, e fantasiando. Relato por ser de gêmeos, e contra essa sufocante verdade, crio paciência.
Paramos no beijo contínuo e continuo.
Meu corpo sobre o teu. Um contato de peles bem-vindas, meus joelhos rondando seu quadril. Minhas pernas acolhem as tuas e meu rosto busca tua nuca.
Um cheiro bem teu: aspiro.
Aspiro como você aspirou o meu, como quisesse inspirar a essência de mim. A tua essência? Mistério eterno, enigma indissolúvel, atração sem fim.
Seu cheiro é tomado pela minha boca, que lambe modesta o pescoço e mordisca roçando a pele adocicada nos teus pêlos viris. Gosto daqui: da proximidade com a tua boca, do pulsar, do teu peito.
Mas algo me chama palpitante ao sul. Minhas mão se prontificam: Uma o afaga, a outra envolve a nuca e guia teu rosto inédito ao novo encontro dos lábios teus com os meus.
Dispo-te da única peça que te resta, preta. Não faço alarde. Apenas satisfaço-me com a certeza da presença real e dura de você.
Escondo minha veneração e ponho-me mulher. Dominadora submissa, pois enorme parte do prazer que é meu se dá com a comprovação do teu.
Que poder tem minha boca linda! Já aprontada pela tua, põe-se em busca de novas formas de prazer enquanto pretende transmitir todo o ardor que está sentindo. Quero frio, calor, suor, línguas e lábios incansáveis. Dou tudo. Sinto escorrer-me o prazer ao escrever- é manifestação do gosto real.
A hora não me importa. Quero ver no teu rosto o que te proporciono. Sirvo-te porque quero o teu e o meu prazer. Faço-me inteira e intensamente tua.
Dedico-me aos beijos que você me pede ofegante. Te beijo sorrindo de satisfação; Minhas mãos por você, descobrindo cada foco de prazer do teu corpo, que é de um moreno delicioso. Deixo-me envolver pelos teus braços intimidantes e você me guia. Faz o que quer, eu também quero. Quero sentir você em mim e te fazer sentir que sou tua.
Por instantes saboreio o gosto raro de sentir que você é meu. Domino seu corpo, sinto seus cheiros, recebo carícias e palavras ousadas.
Já sabes do que gosto: Do puxar agressivo dos meus cachos e concomitantes beijos suaves na testa; das palavras vulgares que excitam a você e a mim.
Ponho braços e pernas onde teu corpo me quer.
Fazemo-nos um só, mas não como os outros, pela sonhada união da alma.
Fazemo-nos um pela profunda coincidência da satisfação dos nossos dois prazeres.
Quero e mereço um dia sem pressa.
São Paulo, 06/08/2008
Minhas mãos anseiam pelo corpo teu, ao que possam ser submissas e servir com toques suaves uma massagem muito, muito pensada. Algumas vezes já testadas -a qualquer fechar de olhos-, mas ainda não materialmente realizada.
A massagem é o começo. Começo longo e sem pressa, que prelude a intensidade que está por vir.
Meia luz, odores mornos, som de embalo, toque devoto e um suave gosto estimulante.
Depois do corpo envolto por um calor delicadamente sugerido, o beijo. Aquele mesmo beijo diferente do de antes. Concluo que os sonhos têm poder de aperfeiçoamento, pois de tanto desejar teu corpo nesse intervalo, ele ficou assim, tão você: Homem.
O beijo! Que beijo! A língua é a mesma. Os lábios continuam deliciosamente vermelhos, como sempre foram: Molhados, irresistíveis. Foram sempre. Mas o beijo não era antes assim. Fora beijinho. Beijão-beijinho. Nele só troca de saliva e movimento desnorteado de línguas. Por certo deu-se o que se deu, mesmo com eles. Se não os houvesse, também se daria. Mas com estes...(!) Dar-se-há infinitamente mais?
Teu beijo tem uma violência delicada. Um massagear dos lábios que convidam o corpo todo a participar de um encontro de toques e gostos. O prazer não se esgota com o cessar dos movimentos das línguas, mas aumenta, e molha, e pede, e suplica que não pare. E quer mais. Queromais! O tal gostinho já se dá.
Escrevo pra não ligar. Pra não ir atrás, pra não me precipitar. Se não fosses tão capricorniano, já estariam estas imagens no abrigo do meu quarto. Continuo a escrever, você não vem.
Continuo escrevendo as imagens que foram se formando fortemente depois do "até mais". Já não durmo sem orvalho no sul. As mãos no meu prazer, a cabeça no teu. Tens a força de causar o desejo indomável que não me permite negar que continuo pensando e desejando, e fantasiando. Relato por ser de gêmeos, e contra essa sufocante verdade, crio paciência.
Paramos no beijo contínuo e continuo.
Meu corpo sobre o teu. Um contato de peles bem-vindas, meus joelhos rondando seu quadril. Minhas pernas acolhem as tuas e meu rosto busca tua nuca.
Um cheiro bem teu: aspiro.
Aspiro como você aspirou o meu, como quisesse inspirar a essência de mim. A tua essência? Mistério eterno, enigma indissolúvel, atração sem fim.
Seu cheiro é tomado pela minha boca, que lambe modesta o pescoço e mordisca roçando a pele adocicada nos teus pêlos viris. Gosto daqui: da proximidade com a tua boca, do pulsar, do teu peito.
Mas algo me chama palpitante ao sul. Minhas mão se prontificam: Uma o afaga, a outra envolve a nuca e guia teu rosto inédito ao novo encontro dos lábios teus com os meus.
Dispo-te da única peça que te resta, preta. Não faço alarde. Apenas satisfaço-me com a certeza da presença real e dura de você.
Escondo minha veneração e ponho-me mulher. Dominadora submissa, pois enorme parte do prazer que é meu se dá com a comprovação do teu.
Que poder tem minha boca linda! Já aprontada pela tua, põe-se em busca de novas formas de prazer enquanto pretende transmitir todo o ardor que está sentindo. Quero frio, calor, suor, línguas e lábios incansáveis. Dou tudo. Sinto escorrer-me o prazer ao escrever- é manifestação do gosto real.
A hora não me importa. Quero ver no teu rosto o que te proporciono. Sirvo-te porque quero o teu e o meu prazer. Faço-me inteira e intensamente tua.
Dedico-me aos beijos que você me pede ofegante. Te beijo sorrindo de satisfação; Minhas mãos por você, descobrindo cada foco de prazer do teu corpo, que é de um moreno delicioso. Deixo-me envolver pelos teus braços intimidantes e você me guia. Faz o que quer, eu também quero. Quero sentir você em mim e te fazer sentir que sou tua.
Por instantes saboreio o gosto raro de sentir que você é meu. Domino seu corpo, sinto seus cheiros, recebo carícias e palavras ousadas.
Já sabes do que gosto: Do puxar agressivo dos meus cachos e concomitantes beijos suaves na testa; das palavras vulgares que excitam a você e a mim.
Ponho braços e pernas onde teu corpo me quer.
Fazemo-nos um só, mas não como os outros, pela sonhada união da alma.
Fazemo-nos um pela profunda coincidência da satisfação dos nossos dois prazeres.
Quero e mereço um dia sem pressa.
São Paulo, 06/08/2008
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando
Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando
Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando
Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando
Dá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!
César Pinheiro e Mauricio Tapajós
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando
Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando
Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando
Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando
Dá folga pra empregada
Manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!
César Pinheiro e Mauricio Tapajós
sábado, 24 de janeiro de 2009
O amor nao morre
O amor nao some
O amor nao acaba.
O amor se faz como a flor
E se desfaz como o sorriso
Assim, sem expicacao
Sem razao
Sem motivo
Um dia fui dormir com o pensamento em voce
No outro, meus sonhos eram com voce
Eu sonhava seus sonhos
Eu dormia seu sono
Eu vivia em voce
Mas passou o verao, acabou o outono, e o inverno chegou
E o inverno se foi, e veio a primavera
Foi entao que despertei e vi meu amor se desfazer
E me dei conta de que o dia amanheceu apesar de voce
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